Você começa a música com firmeza, a afinação está no lugar, tudo flui bem…
Porém, assim que a melodia sobe, os agudos não vêm como deveriam.
Eles enfraquecem, ficam soprados ou até somem por completo.
E o mais frustrante: isso acontece mesmo quando você já tem experiência no canto.

Mas afinal, por que isso acontece?

Em primeiro lugar, é importante entender que cantar bem não garante domínio total dos agudos.
Na prática, essa região da voz exige muito mais coordenação, preparo respiratório e controle muscular do que imaginamos.

Ou seja, se a base técnica não estiver bem estruturada — principalmente no apoio respiratório — o som não sustenta.
Como resultado, a voz se desequilibra e falha exatamente quando você mais queria impressionar.

E tem mais: o emocional também influencia

Além da técnica, a tensão emocional é uma grande sabotadora dos agudos.
Por exemplo, a expectativa de “acertar a nota” pode gerar ansiedade.
Essa ansiedade, por sua vez, ativa tensões no pescoço, trava o diafragma e desorganiza a emissão vocal.

Portanto, mesmo que você saiba o que precisa fazer, o seu corpo pode não permitir, porque está reagindo ao estresse do momento.

Então, como resolver isso de forma completa?

Só assim você vai conseguir cantar os agudos com potência, sem esforço e com leveza.

Na Fonostart, você não apenas alcança os agudos — você domina eles

Aqui na Fonostart, nós entendemos que cantar agudo não é gritar, nem apertar.
É sobre ter preparo técnico, consciência corporal e liberdade emocional.
Por isso, nosso trabalho une essas três dimensões para que sua voz vá longe — sem travar, sem sumir, sem medo.

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Sua voz merece fluir com liberdade e verdade.